Os artigos submetidos à Revista Praxis Psi devem seguir as normas do Manual de Publicação da American Psychological Association (APA) Sexta edição. Para uma revisão dessas normas, sugere-se a consulta atenta ao Manual.
Os artigos devem ser redigidos no Word, página tamanho A4, margens de 2,5 cm em todos os lados. A fonte deve ser a Times New Roman, tamanho 12. Usar espaçamento duplo e alinhamento justificado. O arquivo do artigo a ser submetido deve estar organizado na seguinte ordem, sendo que todas as páginas devem estar numeradas (canto superior direito):
– Folha de rosto personalizada sem identificação dos autores: 1) título completo (máximo de 12 palavras) em português, inglês e espanhol; 2) seção a qual o artigo pertence (Ex.: Revisão de Literatura, Empírico, etc.).
– Resumo e suas traduções: O resumo deve ter entre 150 a 200 palavras. Em seguida, devem ser indicadas de três a cinco palavras-chave, preferencialmente inclusas no DeCs (http://decs.bvs.br). Os resumos e as palavras-chave devem ser apresentados em português e inglês (Abstract, Keywords).
– Corpo do texto: O artigo propriamente dito deve ser redigido em uma nova folha, obedecendo uma ordem lógica e de fácil compreensão, especificada por títulos e subtítulos de acordo com as normas da APA 6a. Edição. Artigos de revisão não sistemática da literatura não costumam ter ordem pré-definida. A organização desses artigos pode ser a partir de modelos teóricos, pontos de vista, relevância da literatura ou evolução cronológica da literatura citada. Devem, no entanto, ao final, apresentar uma seção de Discussão e/ou Considerações Finais. Artigos empíricos, de revisões sistemáticas da literatura e de metanálise geralmente possuem a seguinte ordem: Introdução, Método (Participantes, Instrumentos, Procedimentos, sendo esses éticos, de coleta de dados e de análise de dados), Resultados, Discussão e Considerações Finais. Figuras e tabelas, quando pertinentes, devem ser colocadas ao final do texto, após a lista de referências, cada uma em uma nova página. Os locais de inserção de figuras e tabelas devem ser indicados no texto da seguinte forma: ***Inserir Tabela (ou Figura) 1 (ou 2, ou 3, etc) por aqui***. O uso de notas de rodapé é fortemente desaconselhado. As citações de autores e a lista de referências devem estar estritamente de acordo com o Manual de Publicação da APA, 6ª. Edição. Aconselha-se que os nomes dos autores citados sejam apresentados entre parênteses e não no corpo do texto, tornando a leitura mais fluída. A citação dos nomes de autores no corpo do texto deve ser feita apenas quando se quer dar destaque a esses autores devido à sua relevância para o tema abordado no artigo. Além disso, pelo menos 40% das referências utilizadas no artigo devem ter sido publicadas nos últimos cinco anos.
– Tabelas (devem ser inclusas ao final do trabalho): Apresentar tabelas em forma de texto editável e não como imagens, preferencialmente criadas usando ferramentas do Microsoft Word. Todas as tabelas devem ser numeradas consecutivamente de acordo com sua disposição no texto. As tabelas devem complementar o texto, certificar-se de que os dados apresentados na tabela não duplicam as informações contidas em outras partes do documento. Os títulos nas tabelas devem ser curtos, mas auto-explicativos. As legendas devem ser concisas, mas abrangentes. Além disso, explique todas as abreviaturas não padronizadas nas legendas e use símbolos para explicar as informações, se necessário. Medidas estatísticas como SD ou SEM devem ser identificadas.
– Figuras (devem ser inclusas ao final do trabalho): As figuras devem ser apresentadas como imagens digitais, preferencialmente no formato .tif ou .jpeg (mínimo 300dpi). Todas as figuras devem ser numeradas consecutivamente de acordo com sua disposição no texto. As figuras devem ser tão auto-explicativas quanto possível. Cada ilustração deve ter uma legenda. A legenda deve fornecer um breve título e uma breve descrição da ilustração. Além disso, a legenda deve explicar os símbolos, setas, letras ou números usados na ilustração. Importante, o título da figura e a descrição devem estar na legenda, não na ilustração em si. As legendas para as figuras devem estar em uma página separada, com o número correspondente às ilustrações.
Orientações sobre referências:
A lista de referências deve ser elaborada no estilo APA. Pode-se utilizar o manual original (Publication Manual of the American Psychological Association, Sixth Edition) ou a versão traduzida para o português (Manual de Publicação da APA, Sexta Edição).
Como ferramenta complementar, sugere-se visitar o APA Style Blog, mantido pelos autores do manual original. É possível solucionar dúvidas específicas e acessar material instrucional sobre o estilo APA. Deve-se atentar para os quatro principais elementos da referência, os quais são separados por um ponto: autor, data, título, fonte – ver Lee (2011). Se as quatro informações estiverem disponíveis na fonte bibliográfica, siga o modelo para cada tipo de trabalho (artigo, livro, capítulo, etc.). Se alguma informação estiver faltando, veja Lee (2012) para saber como proceder.
A Revista Praxis Psi adota duas adaptações em relação ao manual original: 1) não é preciso traduzir títulos para o inglês quando forem utilizados materiais em língua não inglesa e 2) a seção “Materiais institucionais ou jurídicos” apresenta adaptações ao contexto brasileiro, em razão de sua diferença em relação a materiais do mesmo tipo em inglês. A listagem das referências, segundo as normas APA deve ser inserida por ordem alfabética dos sobrenomes dos autores e, a seguir, por ordem cronológica (no caso de um mesmo autor ter mais de uma obra). Em cada referência, a primeira linha não tem recuo e as demais um avanço para a direita de 0,75 cm.
Abaixo, foram selecionados alguns exemplos dos tipos de fontes bibliográficas mais comumente utilizadas.
Artigos em periódicos
Artigo em inglês
Plant, E. A., & Devine, P. G. (1998). Internal and external motivation to respond without prejudice. Journal of Personality and Social Psychology, 75(3), 811-832. doi:10.1037/0022-3514.75.3.811
Artigo em língua diferente da inglesa
Cremasco, M. V. F., & Ribeiro, C. C. (2017). Quando a cirurgia falha: Implicações da melancolia na cirurgia da obesidade. Psicologia: Ciência e Profissão, 37(2), 258-272. doi:10.1590/1982-3703000132015
Artigo sem doi
Formiga, N. S., & Silva Neta, A. B. da. (2009). Precisão preditiva das novas formas de sexismo a partir das orientações valorativas em brasileiros. Psico, 40(2), 174-183.
Retrieved from http://revistaseletronicas.pucrs.br/fo/ojs/index.php/revistapsico/article/view/4038
Livros inteiros
Livro em inglês
Papalia, D. E., & Martorell, G. (2015). Experience human development (13th ed.). New York, NY: McGraw Hill.
Livro em língua diferente da inglesa
Furtado, O., Bock, A. M. M., & Teixeira, M. de L. T. (2009). Psicologias: Uma introdução ao estudo de psicologia (14a ed.). São Paulo, SP: Saraiva.
Livro traduzido
Papaia, D. E., & Feldman, R. D. (2013). Desenvolvimento humano (12a ed.; C. Monteiro & M. de C. Silva, Trads.). Porto Alegre, RS: AMGH.
Livro organizado por uma ou mais pessoas
Porchat, I., & Barros, P. (Eds.). (2006). Ser terapeuta: Depoimentos (5a ed.). São Paulo, SP: Summus.
Capítulos de livro ou obra de referência
Capítulo de livro em inglês
Papalia, D. E., & Martorell, G. (2015). Psychosocial development in adolescence. In D. E. Papalia & G. Martorell (Eds.), Experience human development (13th ed., pp. 356-383). New York, NY: McGraw Hill.
Capítulo de livro em língua diferente da inglesa
Osorio, L. C. (2003). Os fenômenos do campo grupal. In L. C. Osorio (Ed.), Psicologia grupal: Uma nova disciplina para o advento de uma era (pp. 59-64). Porto Alegre, RS: Artmed.
Capítulo de livro traduzido
Smith, J. A., & Eatough, V. (2010). Análise fenomenológica interpretativa (F. R. Elizalde, Trad.). In G. M. Breakwell, C. Fife-Schaw, S. Hammond & J. A. Smith (Eds.). Métodos de pesquisa em psicologia (3a ed., pp. 321-339). Porto Alegre, RS: Artmed.
Capítulo de livro organizado por uma ou mais pessoas
Haybron, D. M. (2008). Philosophy and the science of subjective well-being. In M. Eid & R. J. Larsen (Eds.), The science of subjective well-being (pp. 17-43). New York, NY: Guilford Press.
Materiais institucionais ou jurídicos
Esta seção apresenta adaptações ao contexto brasileiro, em razão de sua diferença em relação a materiais do mesmo tipo em inglês.
Brasil. (1990). Lei 8.069: Dispõe sobre o estatuto da criança e do adolescente e dá outras providências. Retrieved from http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8069.htm
Conselho Federal de Psicologia. (1999). Resolução 001/99: Estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual. Retrieved from https://site.cfp.org.br/wp-content/uploads/1999/03/resolucao1999_1.pdf
Rio Grande do Sul. (1992). Lei 9.716: Dispõe sobre a reforma psiquiátrica no Rio Grande do Sul (. . .) e dá outras providências.
Retrieve
from http://www.al.rs.gov.br/legis/M010/M0100099.ASP? Hid_Tipo=TEXTO&Hid_T odasNormas=15281&hTexto=&Hid_IDNorma=15281
Teses e dissertações produzidas fora dos Estados Unidos
Ferreira, E. A. (2016). Acumuladores de animais: Caracterização do perfil psicopatológico (Dissertação de Mestrado, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Brasil). Retrieved from http://hdl.handle.net/10923/9798
Atenção: Artigos submetidos à Revista Praxis Psi que não atendam todas às normas descritas serão prontamente rejeitados. Sendo assim, revise o documento cuidadosamente antes de sua submissão.
Processo de submissão de trabalhos e avaliação
Somente serão aceitos artigos enviados para o e-mail revistapsicologia@setrem.com.br
Recebimento dos artigos e processo de avaliação
Os trabalhos recebidos serão inicialmente apreciados pelo editor, conferindo as partes do material e documentos complementares.
O artigo será enviado, sem identificação, para consultores da revista (blind peer review), os quais darão o parecer sobre a viabilidade ou não da publicação. Os pareceres dos consultores serão formulados de acordo com três possibilidades:
- a) Artigo aceito: não há necessidade de reformulações.
- b) Artigo aceito com reformulações: há necessidade de reformulações pontuais que precisam ser estritamente observadas pelos autores.
- c) Convite para nova submissão: situação na qual o artigo aborda tema relevante do ponto de vista científico e social, porém, necessita de ampla reformulação.
- d) Artigo rejeitado: O artigo não tem condições de publicação.
Os autores receberão cópia do parecer dos avaliadores, com as devidas observações, orientando-os a eventuais ajustes no texto se necessário.
Condições para submissão
Como parte do processo de submissão, os autores são obrigados a verificar a conformidade da submissão em relação a todos os itens listados a seguir. As submissões que não estiverem de acordo com as normas serão devolvidas aos autores.
- A contribuição é original e inédita, e não está sendo avaliada para publicação por outra revista; caso contrário, deve-se justificar em “Comentários ao editor”.
- O artigo está em formato .docx, .doc ou .rtf
- O artigo não possui qualquer forma de identificação dos autores.
- As figuras e/ou tabelas (se houver) estão inclusas no final do trabalho.
- A carta do Comitê de Ética em Pesquisa – CEP (se for o caso) foi anexada no e-mail (em arquivo separado ao do artigo).
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- O documento cedendo os direitos autorais à Revista Praxis Psi foi anexado (em arquivo separado ao do artigo) – ver modelo de Declaração de Direitos Autorais
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- O texto segue os padrões de estilo e requisitos bibliográficos descritos em Instruções aos Autores.
- Foram observados os aspectos éticos de pesquisa com seres humanos, como submissão e aprovação do trabalho por Comitê de Ética em Pesquisa, no caso de pesquisa empírica.
- O artigo respeita as normas éticas de redação e referência aos autores consultados, sendo que todos eles são adequadamente citados nas referências bibliográficas e são observados direitos autorais respectivos.
- O artigo não faz referência ao nome dos autores, preservando o anonimato aos avaliadores e o processo de avaliação cega (blind peer review).
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